Clube Paraíso Verde – Uma boa pescaria com uma ótima companhia


Local: Clube de Pesca Paraíso Verde – Campo Limpo/Anápolis – Goiás

Olá amigos!

Em viagem ao estado de Goiás, em visita a namorada na cidade de Morrinhos, aproveitei e levei os equipamentos de pesca. Em comum acordo, decidimos fazer um passeio até a cidade de Campo Limpo, próximo a Anápolis. Saímos de Morrinhos logo pela manhã e as 10h30min já estávamos no pesqueiro. por ser dia de semana e pelo tempo estar bem ruim, com muita chuva, o pesqueiro estava praticamente vazio, apenas após o almoço que um ou outro pescador também se aventurou. Eu (Marcio David) e a Luciene, optamos em ficar na margem oposta ao restaurante, bem no meio do lago, local este que fiz ótimas pescarias nos meses anteriores.

Comecei a montar os equipamentos:

Pirarara -Vara Tallus 30 lbs – Albatroz Fishing -Carretilha Long Beach 65 – Penn -Linha mono 0,92mm

-Vara Blade 2,70mts -Carretilha Record – Abu Garcia -Linha mono 0,40mm Asso Super

Tambacus na cevadeira -Vara Customizada Cevadeira by Leal Custom -Carretilha Smoke – Quantum -Linha mono 037mm Super Laiglon

Cachapira ou Tambas no pão flutuando -Vara Bandit 5’6? 20lbs -Carretilha Black Widow MS -Multifilamento 40 libras

PESCARIA

Para as Pirararas deixei a cabeça de tilápia entre 1 e 3 mts da margem. Para as Cachapiras, deixei a vara bem inclinada e desci a linha até a água, deixando a salsicha flutuando a 30cm da margem. Os Tambacus foram fisgados na bóia cevadeira com chicote de 2mts com anzol de robalo 3/0, evas e miçanga, ora caramelo, ora marrom. Alguns tambas também foram fisgados com o pão flutuando direto na linha da carretilha, arremessando de 10 a 20mts da margem. Eu nem tinha acabado de montar todos equipamentos e a vara que estava com salsicha na margem já estava envergada, era um pequeno Tamba que veio comer bem na margem.

Tamba - Marcio

Logo na sequencia e com todos equipamentos já montados e na água, estávamos, eu e a Lu conversando, onde eu estava explicando a ela o funcionamento da boia cevadeira com os eva’s quando ouço o alarme da Penn cantar. Saí correndo e a Lú me olhando com cara de “o que está acontecendo?”. Peguei o equipamento, fisguei, confirmei a fisgada e vi uns bons metros de linha ir embora na primeira corrida da rabo vermelho. Briguei um pouco e quando percebi que já estava sob controle, literalmente joguei a vara nas mãos da Lú e a expliquei como trabalhar e fazer o recolhimento. E não é que ela fez direitinho para quem nunca tinha ido pescar antes, mas a Pirarara estava forte demais e acabei finalizando a briga. Como estávamos sozinhos por alí, ela mesmo pegou o passaguá e me ajudou a tirar a primeira Pirarara da água.

Pirarara - Marcio David

Fotos tiradas, peixe devolvido e muita adrenalina. De repente uma explosão e a pequena varinha com salsicha na margem estava bebendo água. Corri, confirmei a fisgada e passei a vara prá Lú novamente. Agora sentada ela brigou com a Cachapira até o final, quando a peguei com o passaguá. Nesse exato momento a minha alegria era imensa, fazendo o que mais gosto de fazer e ao lado de uma pessoa muito especial. Foi um momento muito bacana. Como era sua primeira pescaria, o medo do peixe era normal, então segurei esta bela Cachapira para a foto. Lembrando que o peixe era dela.

Cachapira - Luciene e Marcio

Começou então uma boa pancada de chuva e um vento muito forte, pensei que fosse o fim da pescaria, mas me enganei. Estava apenas garoando quando vejo a minha linha que estava a direita da vara, simplesmente e vagarosamente passar para o lado esquerdo, retirei a vara do suporte, esperei o peixe carregar e fisguei. Levei um contra ataque e uma tomada de linha que nunca mais vou esquecer. Apertei a fricção da Penn e fiz praticamente um cabo de guerra com essa Pirarara, mas não tinha acordo, eu a trazia até a margem, ela rebojava e voltava 20 metros lago a dentro. O braço estava doendo, e nada dela cansar. Impressionante a força das Pirararas aqui no Paraíso Verde. Até que ela se rendeu. A Lú fez o trabalho com o passaguá e depois de presa, tive que fazer força para levanta-la da água. Joguei a danada no colo para as fotos. A adrenalina estava a mil, eu tremia de tanta adrenalina, força e emoção. Foi demais. Fotografamos e depois soltamos e mesmo assim eu continuava tremendo. Só quem já pegou um peixe desse tamanho consegue descrever a sensação.

Pirarara - Marcio David

Eu ainda estava me limpando quando novamente a vara estava envergada, fisguei de novo e outra briga das boas, briga esta que dividi com a Luciene, mas ela não aguentava muito tempo, talvez por falta de prática com o equipamento e pelo peso e força do animal. Era outra bela Pirarara fisgada na cabeça de tilápia.

Pirarara - Marcio

Montei novamente o equipamento e comecei a pescar com a boia cevadeira, usando a Vara customizada de nosso amigo Leal Custom, a famosa vara laranja do Fishingtur. Fiz alguns arremessos e consegui fisgar dezenas de tambacus nos eva’s, mas a maioria deles ora escapava, ora cortava minha linha e cada peixe perdido eu via um sorriso no rosto da Lú, na verdade querendo é dar risada de mim. Mas continuei e ainda tirei alguns exemplares.

Tambacus

Depois disso, fisguei mais 6 peixes e todos escaparam. Fui obrigado a aguentar as risadas e ainda ouvir: – Se fosse eu, não deixaria escapar !!!! Enfim, depois de um bom tempo pescando, (e ela prestando atenção) comecei a perder um peixe atrás do outro, errava fisgada, perdia, escapava etc,…. e ela dando risada de mim…

Certo momento, arremessei um pedaço de pão flutuando e passei a vara para a Lú, quando o pão sumiu, ela fisgou e começa a brigar com o peixe… toma linha daqui, dali e ela lá brigando.. Arremessei então uma outra vara, esta com Boia cevadeira com eva’s e miçanga. Como o peixe dela estava bravo, ela me passou o peixe para acabar a briga e passei a outra vara a ela. Quando olho, só escuto o barulho da vara ( fisgada ) e vejo ela brigando com outro peixe. O primeiro era um bonito Tambaqui e o segundo um Tambacu, ambos fisgados por ela, que não tinha a mínima noção do que era uma pescaria, mas prestou atenção e teve força de vontade. Eu falei apenas uma vez como era o trabalho com a vara durante a briga e bastou. O difícil foi aguentar o sorriso estampado na cara dela enquanto brigava com os peixes, e lembrar que eu estava perdendo todos.

E tem mais, depois desses, ela fisgou mais uns 5 tambas, uma cachapira e uma pirarara. Tive o prazer de segurar os peixes “dela” nas fotos. Reparem na foto do Tambaqui, que ela estava com outro peixes fisgado na vara laranja.

Tambaqui e Tambacu - Luciene Lopes e Marcio

A chuva foi e voltou algumas vezes, mas a pescaria estava bem animada, e eu continuando a perder os redondos na boia. Mas entre um e outro, mais Cachapiras, Jundiás e Tambas.

Cachapira, Tamba e Jundiá

Mais no final do dia, conseguimos fisgar mais alguns exemplares de bom tamanho, a maioria fisgado pela Luciene. Depois da pescaria, perguntando a ela o que ela mais tinha gostado na pescaria ela respondeu: -A hora da fisgada !!!

Tambas

Bastou escurecer para as cachapiras ficarem doidas na margem. Montamos dois equipamentos com a salsicha flutuando. Jogávamos aração e era só esperar os bigodes aparecerem e apernas abaixar a salsicha na água. Era fatal. A Lú teve mais sorte, abaixou a salsicha literalmente na boca de uma delas que abocanhou sem pensar. A fisgada foi certeira e a pequena varinha estava envergada no limite. Mais uma boa briga da Lú com a Cachapira, esta bem maior que as outras.

Cachapira - Luciene - Marcio

Eu estava brigando com outra cachapira que veio escapar quando a vara de Pirarara envergou. Pedi pra Lú dar um jeito, ela teve dificuldade para tirar a vara do suporte mas tirou e travou uma boa briga com a grande Pirarara. Só no final da briga que não aguentava mais os braços e me passou o equipamento, era mais uma bela gigante fisgada pela Lú. Um belo exemplar.

Pirarara - Luciene e Marcio

Eu ainda fechei a noite com mais uma bela Pirarara

Pirarara - Marcio

E já guardando os equipamentos para ir embora, a saideira foi outra cachapira na salsicha flutuando na margem.

Cachapira - Marcio

Sucesso total em uma pescaria que começou as 10h30min da manhã, mesmo com o tempo muito ruim. Eu fui embora muitor feliz, feliz por ter feito uma boa pescaria e por estar ao lado de uma pessoa muito especial. Gostaríamos nesse momento de deixar um grande abraço a todos os amigos pescadores e leitores do site Fishingtur, aos funcionários do Clube de Pesca Paraíso Verde e um abraço especial ao Juninho pela simpatia e atendimento fornecido para nossa equipe e pela confiança depositada em nosso trabalho. O Fishingtur fica a disposição através dos canais abaixo para duvidas e ou necessidades de demais esclarecimentos.

Abraços!!!

Marcio David Equipe Fishingtur

Fotos: Marcio David e Luciene Lopes Texto e Edição: Marcio David

AGRADECIMENTOS

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