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Fazenda Paraná - Muitos gigantes fisgados neste inverno

28/06/2018

Local: Fazenda Paraná  -  Nova Serrana  -  MG
Data: 08 e 09 de Junho de 2012
 

Olá Amigos,
 

Nossa equipe estava com pescaria marcada neste feriado no estado de Minas Gerais, onde pescaríamos na quinta do feriado na Pousada 4 Estações e na sexta, decidimos então fazer uma visita para nosso amigo Klebinho, proprietário da Fazenda Paraná.
 

Saindo de São Paulo pela Rodovia Fernão Dias, pegar a entrada no Km 617, saída para a cidade de Oliveira, seguindo pela BR 494 no sentido de Nova Serrana, passando por Divinópolis e outras cidades. A distância média de SP até o Pesqueiro é de aproximadamente 530km.
 

Chegamos na Fazenda Paraná na sexta-feira dia 08 por volta 11:30h e pescamos até sábado as 22h, ou seja um pouco menos de 2 dias de pesca.
 

Assim que chegamos, fomos muito bem recepcionados pelos funcionário do pesqueiro, e depois de mostrar um pouco da estrutura para o Sr. Adimir, pegamos nossas tralhas e seguimos para um cantinho do lago, onde encontramos um pequeno deck com muita sombra e ali começamos a preparar os equipamentos.
 

O lago principal da Fazenda Paraná realmente impressiona pelo tamanho avantajado. Para se ter uma idéia, medindo três pontos do lago entre as margens temos as seguintes medidas: 260mts x 215mts x 160mts. É bom ter equipamentos com uma boa quantidade de linha para conseguir brigar com os gigantes.

 

 


 

Saímos de São Paulo com muita chuva e frio e no caminho para a Fazenda Paraná, ficamos sabendo que em São Paulo ainda estava chovendo e muito frio, mas para nossa sorte, em Minas Gerais pegamos dias de muito sol e calor, o que foi o diferencial para o sucesso de nossa pescaria.
 

Arrumando nossas tralhas, começamos a ver muitas manchas negras passeando pelo lago, algumas fazendo até pequenas ondas. Este lago abriga uma grande quantidade de Pintados, Cacharas e Pincacharas de até 45kg e muitos Tambacus que segundo o Klebinho ultrapassam facilmente os 45kg, além de diversas outras espécies.
 

Montamos rapidamente um equipamento cada um, com apenas um anzol Worm (anzol de blackbass) para a pescaria com salsicha flutuando. Iscamos meia salsicha por vez e logo no primeiro arremesso a 5 metros do deck, um grande tambacu subiu e lentamente abocanhou minha salsicha, esperei ele carregar um pouco e fisguei, mas acho que demorei muito e ele acabou soltando a salsicha.
 

Em seguida ficamos esperando as manchas pretas aparecerem e bastou um arremesso próximo a eles e esperar o ataque. Uma grande explosão e a linha já estava esticada. O Sr. Adimir travou uma boa batalha até que o Tambacu se entregou e foi garantido com o passaguá.

 

 


 

Na sequencia foi a minha vez de fisgar outro exemplar na salsicha flutuando, mas a linha simplesmente esticou sem nenhum movimento maior e uma briga estranha e sem resistência, quando vi, era um bonito exemplar de Tilápia.
 

 


 

Em outro arremesso no meio do lago, depois de alguns tambacus passarem de um lado para outro, vi uma grande mancha bem ao lado da salsicha e em um rápido bote, vi minha linha esticar rapidamente quase não dando tempo para confirmar a fisgada. Uma tomada de linha incrível onde a linha rasgava a água em direção ao outro lado do lago. Os 100mts de linha 0,37mm que estavam na Curado foram simplesmente sumindo até que com o dedo fui travando e o peixe parou de correr para o meio e começou a colaborar, dando chances para que eu recolhesse um pouco de linha. Até então eu pensava que era um grande Tambacu, mas a briga estava muito diferente até que o peixe correu pela margem, literalmente levantando o capim e foi aí que tive a certeza de que não se tratava de um tambacu e sim de uma grande Pincachara.
 

Mas acabei forçando um pouco e trazendo o peixe muito rápido e ao chegar perto do deck, o peixe seguiu para baixo do mesmo se enroscando entre os pilares. Fiquei uns 5 minutos tentando tirar o peixe, mas estava travado, porém ainda dava para sentir a pressão dele forçando a linha.
 

Foi aí que juntamente com o Klebinho e o Adimir, que com um pequeno pedaço de bambu, entre as frestas do chão ( de madeira ), conseguimos pegar a linha e com as mãos começamos a puxar a linha para dentro do deck e com isso fomos recolhendo o excesso de linha com a carretilha. O peixe foi aos poucos saindo de cada um dos pilares do deck até que conseguimos tira-lo debaixo, brigando mais um pouco até que o peixe se rendeu ao passaguá. Um bonito exemplar que por sorte, mas por muita sorte conseguimos tirar da água.

 

 


 

Montei outro equipamento e agora com salsicha de fundo no meio do lago, arremessei, coloquei no suporte e comecei a pescar com a salsicha flutuando, de repente a vara envergou rapidamente fazendo a fricção da carretilha cantar. Foi o tempo certo de largar a outra vara, tirar esta do suporte e brigar com o peixe. Um briga não muito forte, mas com grandes corridas e um Tambacu bem claro apareceu.

 

 


 

Arremessei novamente a salsicha de fundo (1/2 salsicha) mas desta vez o arremesso foi na lateral, bem próximo a margem. Foi o tempo de esticar a linha e olhar para o lado e assustar com o barulho da fricção tomando linha, ou melhor, muita linha. Tirei a vara, fisguei e o bicho ficou mais violento ainda, atravessou o lago para a margem que estava mais próxima e só parou quando literalmente bateu a cabeça no barranco, isso a uns 80 metros de onde eu estava. Neste momento e como estava bem no raso, vimos o grande rabo pintado batendo na superfície. A sorte foi que ele correu para o lado esquerdo que já era o fim do lago. Se ele fosse para a direita, eu não teria linha suficiente para chegar na outra margem, esta a mais de 200mts de distância.
 

Enfim, o bicho nadou pela margem o posta até fazer a curva e vir em minha direção, passando na frente do deck e seguindo para o meio do lago, deixei ele brigando mais no meio, para que ele chegasse bem cansado e não tivesse forças para ir embaixo do deck novamente.
 

Depois de uns bons minutos outro monstrinho estava no passaguá.

 

 


 

Parei para respirar um pouco, cortei os dois primeiros metros de minha linha, pois estava ralada, coloquei novamente o anzol e arremessei novamente na margem com a salsicha de fundo. Continuamos então com a pescaria de superfície, pois os tambas estavam todos nadando de um lado para outro, mas estavam manhosos, apenas rebojando e não atacando a salsicha flutuando. Olhei para minha vara que estava de fundo e a mesma estava completamente envergada e a linha lentamente cortando a  água em direção ao meio. Tentei tirar a vara do suporte mas estava com muita pressão, tive que fazer força parar conseguir tirar, foi quando percebi que a fricção estava totalmente zerada. Acho que sem querer, no último peixe eu travei ou rodei a estrela fechando a fricção. Por sorte mais uma vez não perdi o peixe.
 

Este brigou limpo, foi de um lado para outro, sem grandes corridas, mas nem por isso foi rápido. Briguei com este peixe no mínimo uns 15 minutos. E novamente uma grande Pincachara estava nos braços do Fishingtur.

 

 


 

Eu estava soltando esta Pincachara e o Sr. Adimir já estava fisgando outro belo peixe na salsicha flutuando. Uma grande explosão e o Sr. Adimir vendo seu molinete quase queimar de tão rápido que girava o carretel com a corrida do tamba. Foi engraçado ver a cara dele. Pois quando falei que os peixes aqui puxavam forte, ninguém acreditou, nem ele. Mas agora ele sentiu na pela uma puxada de no mínimo uns 90 metros de uma vez. E aqui o peixe briga bem na superfície e em vários momentos dava prá ver o tamanho da encrenca.
 

Até que depois de cansar o braço o grande tambacu encostou no deck e dentro do passaguá.

 

 


 

Já estava quase escuro quando dois pequenos tambas resolveram atacar a salsicha de fundo.

 

 


 

Lembramos que as quintas e sextas o pesqueiro funciona para a pesca noturna até as 22h.
 

Aproveitamos para mudar de lugar, pois onde estávamos não tinha iluminação, decidimos ficar então no deck em frente a sede, bem maior e iluminado.
 

O Sr. Adimir arremessando uma salsicha de fundo no meio do lago, rapidamente fisgou uma bonita Pincahara, peixe que também deu muito trabalho com grandes corridas. Ficamos impressionados com a quantidade de ações, pois nesta época do ano, em pleno inverno, isso não seria comum, mas pelo jeito, em Minas Gerias a coisa é diferente !!!

 

 


 

Eu também arremesse uma salsicha de fundo a uns 40 metros do deck, mas perto da margem e com outro equipamento fiquei com a salsicha flutuando no meio do lago.
 

Estávamos em um bom bate-papo com o Klebinho quando ouvimos o alarme da Carretilha Calcutta gritar e a vara quase na horizontal de tão envergada que estava. Mais uma vez tive dificuldade para tirar a vara do suporte, pois o peixe não parava de puxar a linha. Aproveitei que ele estava no meio do lago e apenas segurei fazendo-o nadar de um lado para outro até cansar. Depois fui trazendo tranquilamente, sendo fácil de controlá-lo e rapidamente já estava no passaguá. mais um bela Pincachara que tive o prazer de tirar a foto ao lado do Klebinho, proprietário do local e um grande pescador de Tucunarés.

 

 


 

Resolvi então usar um pedaço de carambola, fruta que estava em abundância na beira do lago, arremessei um bom pedaço de fundo e não deu outra, mais um tambacu na ponta da linha e mais uma boa foto em Minas Gerais.

 

 


 

De repente uma forte explosão cortou o silêncio que estava no lago e depois de alguns segundos, vimos minha vara envergando bruscamente, literalmente voei em cima da vara e quando cheguei mesmo com o dedo ajudando a segurar o carretel vi o mesmo aparecendo o fundo, ou seja uns 90 metros de linha o peixe já tinha puxado. Em mais uma corrida o carretel chegou no nó. Apertei o dedo e fui acompanhando a puxada até dar ponta de vara. Estava esperando a linha estourar quando o peixe aliviou e consegui dar alguns passos para trás e depois andei recolhendo o excesso, ganhando alguns metros de linha, mas o peixe ainda estava forte demais, fazendo muita força e querendo tomar mais linha, mas travei o dedo na tentativa de segurar o peixe, mas não deu não, a linha correu e queimou o dedo.
 

Novamente vi o carretel com umas 5 voltas de linha, segurei novamente e por sorte o peixe resolvei vir a favor, então fui recolhendo rapidamente a linha e a briga ficou mais limpa e mais perto do deck por mais alguns longos minutos até que o grande passaguá ficou pequeno para o gigante da Fazenda Paraná.

 

 


 

Depois desta tarde e início de noite com os gigantes, resolvemos parar com a pescaria, jantar e descansar um pouco.

Na manhã seguinte, aproveitamos para dar uma volta pela fazenda, curtir a natureza e bater um papo com outros pescadores.

 

 


 

EQUIPAMENTOS
 

Além do molinete usado pelo Sr. Adimir, com 200 mts de linha mono o,37mm, montamos mais 4 equipamentos com carretilhas:
 

Vara Storm-x – 7’0? – 25-45lbs – Star River
Carretilha Calcutta 400 – Shimano
Linha mono Asso Super 0,45mm

 

Vara Bandit – 7’0? – 12-30lbs – Celta
Carretilha Curado 201 – Shimano
Linha mono Super Laiglon 0,37mm

 

Vara Infinity – 7’0? – 15-30lbs – Lumis
Carretilha Citica – Shimano
Linha mono Triumph 0,36mm

 

Vara Althezza V – 6’0? – 20-40lbs – Albatroz
Carretilha Black Windon – MS
Multi 40 libras

 

 


 

Ainda na parte da manhã, fizemos um pacote de Massa Paturi Carnívora e para nossa surpresa fisgamos três exemplares ainda antes do almoço nesta modalidade.

 

 


 

A Fazenda Paraná sempre inovando em seu atendimento, desta vez está iniciando um projeto de feijoada com pagode todos os sábados, onde você paga R$ 20,00* para passar o dia pescando, curtindo o lugar e ainda saboreia uma ótima feijoada servida no pesqueiro e curtindo um belo show de pagode com grupos da região. A feijoada é servida a partir das 12h e o pagode rola solto durante toda a tarde.
 

Aos domingos o som fica por conta das duplas sertaneja.

*preços de junho/2012.

A entrada em dias normais para a pesca esportiva é de R$ 12,00*

 


Tivemos o prazer de acompanhar e saborear a feijoada espetacular servida pelo Buffet Guimarães.

 

 

 


 

E o pagode neste sábado ficou por conta do Grupo Inimigos do Ritmo.

 

 


 

Depois de uma ótima feijoada e de curtir um bom pagode, aproveitamos para descansar um pouco e no final da tarde voltamos para o deck onde começamos nossa pescaria usando a salsicha de fundo, salsicha flutuando e a Massa Paturi.

O Sr. Adimir começou a maratona engatando um grande exemplar que puxou nada mais, nada menos que uns 130 metros de linha do molinete, algo inacreditável, vimos o peixe depois disso explodir na superfície, estourando o chicote. Isso bem depois do meio do lago. Com certeza era um dos tambacus gigantes da fazenda Paraná.
 

Na sequencia, novamente a vara envergada na salsicha de fundo e mais uma super briga com grandes corridas e muita resistência até que o gigante  se entregou. Um bonito Tambacu.

 

 


 

Arremessei uma salsicha flutuando a uns 30 metros do deck, bem rente a margem, mas a linha ficou por cima de um pequeno galho da goiabeira que fica na margem do lago. recolhi um pouco deixando a salsicha bem embaixo da árvore, porém com a linha por cima do galho.
 

Não demorou muito e minha vara estava envergada e o peixe tomando linha, mas a linha estava entre os galhos da goiabeira e não saía de jeito nenhum, soltei um pouco a fricção deixando o peixe correr se fazer muito atrito da linha nos galhos, até que o peixe parou no barranco, travei um pouco a fricção, coloquei a vara no suporte e peguei uma jangada e fui até a goiabeira, fui quebrando os pequenos galhos e desenroscando a linha até que consegui liberar o peixe, voltei, e comecei a brigar com mais uma linda Pincachara que apesar de tudo, ainda deu muito trabalho.

 

 


 

Novamente com a salsicha flutuando, mas agora arremessando em direção do meio do lago, fisguei um belo redondo, que depois da explosão começou a puxar a linha da carretilha rapidamente e mesmo com o dedo no carretel, no mínimo uns 80 metros ele já tinha levado, foi quando travei a estrela, fechando bem a fricção e controlando mais o peixe, garantindo mais um bonito exemplar.

 

 


 

Neste mesmo instante, o primo e alguns amigos do Klebinho que também estavam pescando, garantiram um bonito exemplar de Pincachara na salsicha flutuando.

 

 


 

A noite era realmente dos grandes peixes, eu estava sentado, bebendo meu refrigerante quando minha vara com salsicha de fundo envergou a ponto de pensar que ía quebrar. Eu tinha esquecido a fricção travada por causa do último tamba e quase perdi este peixe ou a vara, mas cheguei a tempo de abrir a fricção, tirar a vara do suporte e brigar com mais uma Pincahara, uma gorda e pesada Pincachara.

 

Reparem na grossura do lombo deste peixe próximo ao rabo, impressionante !!!

 

 


 

Depois disso, descemos para o deck aqui chamado de ilha e fisgamos três bonitos tambacus na salsicha de fundo e massa carnívora.

 

 


 

Agora o momento mais interessante, diferente e bizarro de toda a pescaria. Para fechar com chave de ouro. Sei que parece história de pescador, mas foi a mais pura realidade.
 

Já estávamos quase indo embora quando decidi fazer um teste. Montei um bóia torpedo com um luminoso na ponta, chicote de 1 metro com um pequeno pedaço de salsicha e arremessei bem em frente ao deck do restaurante.
 

Depois de alguns minutos minha bóia afundou e eu fisguei, mas na fisgada minha linha estourou. Em questões de segundos a bóia apareceu do outro lado do lago, cerca de 200 metros de onde estava.
 

Bom, resolvemos então começar a desmontar as coisas para ir embora e a bóia passeando na outra margem de um lado para outro. Depois de uns 15 minutos e vendo a bóia bem próxima a outra margem, peguei meu último equipamento. coloquei uma chumbada grande e uma garatéia e decidimos dar a volta em todo o lago para tentar enroscar na bóia e trazer o peixe. levamos apenas o passaguá, a máquina e um alicate.
 

Depois de atravessar toda a margem, chegamos onde o peixe estava, porém a bóia estava a uns 40 metros da margem. tentei fazer alguns arremessos, mas estava difícil de acertar. até que ela veio um pouco mais para perto e ao exagerar em um arremesso, acabei acertando um fio que corta o canto do lago e estourei a linha.
 

Depois de xingar muito e ter que ir embora sem o peixe ( acho que estava mais irritado por ter andado tudo aquilo e não conseguir, rsss ) Quando percebemos, a bóia estava vindo em nossa direção e passou bem em nossa frente, a menos de 5 metros, parecia estar tirando um barato com nossa cara.
 

Já com raiva pela situação, saímos procurando alguma pedra para poder amarra e tentar enroscar na linha do chicote, mas não encontramos nada.
 

Então tive a mais louca idéia que foi em pegar meu alicate de bico e amarrar na linha da carretilha ( momento de desespero, rsss ) esperei o peixe começar a nadar e a bóia se movimentar e arremessei o alicate bem no meio do chicote, a linha enroscou e comecei a brigar com o peixe. brigamos por mais cinco minutos e já bem perto da margem o peixe se enfiou no capim estourando minha linha e por consequencia, perdendo meu alicate. (imaginem como fiquei p…… da vida ).
 

Nisso a bóia foi para uns 20 metros do barranco e do nada foi voltando até ficar literalmente no meio do capim, na margem. Fomos andando bem devagar e com o passaguá o Sr. Adimir prensou a bóia no capim ( o peixe estava descansando no barranco ). Eu passei a linha da carretilha em todos os passadores, fiz um nó com um laço de abrir e fechar, abaixei, segurei a ponta da bóia, passei o laço e ao tirar o passaguá e esticar a linha, o laço escapou.
 

Fiz novamente o laço, abaixei e passei o laço pela bóia, fechei o nó, levantei um pouco a bóia, dei mais três voltas na linha e dei um nó cego. levantei, peguei a vara e ao forçar um pouco o peixe disparou levando uns 30 metros de linha, mas rapidamente encostou novamente e foi aí que vimos o tamanho do gigante, uma bonita Pincachara que merece todo o nosso respeito e com certeza só tiramos esse peixe porque acreditamos muito em deus e naquilo que fazemos.

Por isso digo, não desista nunca !!! Perdi meu alicate, mas tive o prazer de ver e tirar fotos com um belo peixe.

O Alicate custa 20,00. Mas ter uma briga dessas e passar por tudo que passamos e ainda conseguir tirar o peixe, não tem preço que pague.

Segue as fotos do gigante, trabalho em equipe.

 

 


 

Essa pescaria foi perfeita para mostrar que nem sempre o conhecimento e a habilidade são suficientes para se fazer uma boa pescaria. Aqui a sorte falou mais alto, nos peixes que zeraram o carretel e pararam de puxar na hora certa, na Pincachara que entrou no deck e que conseguimos desenroscar depois de um bom tempo. A Pincachara que enroscou a linha na goiabeira e este último que estourou a linha, roubou o alicate e depois veio de presente para nós.
 

Sorte e Deus !!!!!!!!!!!
 

Agradecemos mais uma vez ao nosso amigo Klebinho, se pai e a todos da Fazenda Paraná.
 

Lembramos que a Fazenda Paraná funciona de terça a domingo das 8h as 18h com pesca noturna as quintas e sextas até as 22h.
 

O Local não oferece hospedagem ainda, mas aos amigos que percorrem grandes distâncias, uma alternativa é ficar hospedado nas cidades de Nova Serrana ou Divinópolis, ambas bem perto do pesqueiro.
 

Para uma maior comodidade na localização, segue os pontos GPS da Fazenda Paraná:

19 55’46.11?S    -     44 56’30.90?O
 

Um abraço a todos os nossos leitores e fica aqui uma ótima opção de pescaria e lazer com grandes exemplares, inclusive neste inverno.
 

Marcio David
 

Fotos por Marcio David e Adimir David
Texto por Marcio David
Edição por Marcio David

 

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