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Fishingtur no Pantanal – Um show de peixes nas águas pantaneiras

31/08/2018

Local: Porto Jofre – Cáceres – Pantanal – MT
Data: 28/03/09 a 04/04/09

 

    Olá amigos!

 

    Nesta segunda parte da reportagem no pantanal vamos mostrar como foi a nossa pescaria. Agradecemos mais uma vez ao Oswaldo e Marcelo da Agência PantaPescas pela oportunidade e a nossos patrocinadores aqui de São Paulo:

 

-Pesqueiro e Pousada Tio Oscar
-Pantanosso Pescarias
-Bóias Barão
-PantaPescas Turismo

 

    O nosso Pantanal é um lugar muito bonito e rico em belezas naturais, a cada olhar a paisagem muda e novas belezas podem ser vistas e fotografadas.

   Começamos a pescaria com o Sr. Eduardo com um pintadinho fisgado com rodada com tuvira.

    Na sequencia o Marcelinho da pantapescas na calada da noite com um belo pintado também com tuvira de fundo.

   Muitos pescadores não fazem uma viagem dessas, por não ter material para tal pescaria. Isso é um engano. Eu usei os mesmos equipamentos que eu uso em pesqueiros aqui em SP. Só troquei a bitola da linha. Usei varas de 15-25lbs, Vara Flemming, Vara Abu Garcia e Marine Sports. As carretilhas eu usei a Abu Garcia com linha 0,50mm, a Fleming com 80mts de 0,50mm e a Magna 5000 da Marine Sports com linha 0,50mm.
 

    Abaixo o Sr Lalá, grande pescador do Pantanal com outro barbado.

    Nó começamos a pescaria em Porto Jofre e subimos o Rio em direção a Cáceres. Logo no primeiro dia de pesca nos deparamos com um problema ambiental e que atrapalhou e muito nossa pescaria. Na época da cheia, as águas chegam até as fazendas,  onde os fazendeiros fazem a queimada de cana e outras plantações. Além disso grandes lagos se formam nas planícies e com o tempo peixes e animais morrem e essa água fica podre. Quando o rio começa a recuar toda a sujeira, restos de animais, água podre e  restos da queimada descem para o rio. A água fica preta, escura, sem oxigênio algum. Com isso os peixes sobem o rio e migram para águas mais limpas e muitos acabam morrendo. Era comum passar pintados grandes mortos boiando. Isso dura cerca de uma semana. O jeito foi embarcar no barco-hotel e seguir viagem rio acima para tentar sair dessa poluição. Com isso perdemos um dia inteiro de pesca. Mas mesmo com todas as dificuldades os peixes foram aparecendo.

    Em todos os dias de pesca foi comum a presença dos fiscais do Ibama, fiscalizando todos os barcos, pedindo documentos e licença de pesca, além de medir os peixes embarcados. E quem estava com peixes abaixo da medida era multado e equipamentos apreendidos. Infelizmente tinha apenas um barco do Ibama para uma área tão grande. Deveriam ter muito mais. Outro fato que chamou muito a atenção foi a grande quantidade de “anzol de gáia’” usado pelos pescadores profissionais. Abaixo foto de nossos amigos Bueno e Jorge, com uma cachara e um barbado.

    A pescaria foi feita a maior parte do tempo pelo sistema de rodada que consiste em iscar uma tuvira em uma anzol 5/0 com um pequeno chumbo, soltar a isca até encostar no fundo e deixar o barco descer pela correnteza.

    Eu tentei usar um equipamento mais leve com linha 0,36mm, mas não deu nem pro cheiro, até os aguapés estouravam a linha. O jeito foi voltar para as carretilhas com linhas 0,50mm. O Giba estava com varas de 25-30lbs e carretilhas com linha 0,45 a 0,55mm.

    É impressionante a quantidade de cacharas, pintados e barbados fisgados fora da medida. São peixes pequenos que muitas vezes tem apenas 1cm abaixo da medida, mas que brigam feito peixe grande e garante a diversão em dias ruins assim em que a água esteja com problemas.

      Outra modalidade que rendeu bons resultados foi a pesca com iscas artificiais. Foram dourados, tucunarés e cachorras.

Usamos iscas de meia-água, branca com cabeça vermelha.

    A quantidade de Tucunarés fisgado pelo Marcelo neste dia foi muito grande. Segundo seu relato foram amis de 30 tucunas de bom tamanho.

    Olha o nosso piloteiro aí com outro pintadinho fisgado na rodada.

      Antes de pensar em viajar, fale com o pessoal da Pantapescas, com certeza você vai ser muito bem atendido e irá fazer uma viagem maravilhosa.

     Para a pesca de Jaú, o Marcelo estava usando como isca os minhocoçus e o barco apoitado.

   Ao contrário do que muitos pensam, nesta pescaria de Jaú, o Marcelo estava com uma Vara Midas de 25lbs com carretilha e linha 0,50mm mono.

    Todo pescador tem que conhecer o pantanal pelo menos uma vez na vida.

    Abaixo uma das cenas mais lindas desta viagem.

    Depois de já ter fisgado mais de 5  jaús no mesmo dia, o Marcelo da Pantapescas travou uma briga de mais de 1h:40min, usando vara de 25lbs e linha 0,50mm, um anzol 12/0 com minhocoçus de isca. Depois desse tempo todo o gigante subiu algumas vezes rebojando e indo pro fundo de novo. Uma briga fantástica, capaz de deixar qualquer pescar louco. Quando o peixe encostou no barco a alegria era imensa, mas a preocupação também era grande. O peixe jorrava sangue pelas guelras e só depois de embarcado que deu para ver o que tinha acontecido. O peixe embuchou a isca, ou seja engoliu o anzol 12/0 e com esse tempo todo de briga, o seu estômago, buchada foi rasgada, dilacerada, e se este peixe fosse solto, as piranhas iriam acabar com ele em minutos, mediante o ocorrido o Marcelo juntamente com os piloteiros resolveram embarcar o peixe. Foi uma fatalidade, mas é algo que pode acontecer com qualquer um. O Marcelo doou o peixe aos piloteiros. Segue a foto do Gigante.

Um Jaú de 72,300kg.

 

    Gostaria de agradecer ao Luiz do Pesqueiro Pantanosso de Mairinque em Sp, a Elza do pesqueiro Tio oscar também de Mairinque, ao Emerson das Bóias Barão e ao Marcelo e Oswaldo da Ag. PantaPescas.

 

Fotos por Marcio, Marcelo e cia
Vídeos por Marcio e Gilberto
Edição e texto por Marcio David

 

Um forte abraço e boas pescarias!

Marcio David

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