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Rio Uatumã - Em buscas dos grandes e fortes Tucunarés

31/08/2018

Local: Rio Uatumã, Rio Jatapu e Rio Abacate – Amazonas

Barco  Hotel Amazon Prince

 

     Olá Amigos!

 

    Vou relatar para vocês leitores mais uma aventura em busca dos grandes tucunarés amazônicos. Saímos de São Paulo eu e meu amigo Gilmar e embarcamos direto a Manaus. Tivemos um voo tranquilo de quase 4 horas de viagem. Logo na chegada do aeroporto de Manaus conhecemos mais alguns pescadores que iam embarcar junto com o Fishingtur nesta viagem, carregamos todas as nossas tralhas e fomos direto para uma Van que levaria todo o grupo direto para o Barco  Hotel Amazon Prince na cidade de Itacoatiara.

 

     Em uma viagem tranquila de 3 horas com serviço de bordo, aproveitamos para bater papo e jogar cartas, enfim criar harmonia com todo o pessoal pois seriam 5 dias de confinamento de pura alegria, pescaria e diversão. Chegando na cidade de Itacoatiara , a Van nos levou direto para o rio onde desembarcamos as nossas tralhas e fomos bem recebidos pela ótima tripulação do barco que nos acomodaram em quartos duplos com ar condicionado, muito confortável. Logo quando escureceu o jantar não poderia ser outro, Churrasco de boas vindas, biritas, sucos, porções, etc.

 

       No dia seguinte acordamos as 4:30 horas, montamos os seguinte equipamentos:

 

Junior
-1-Vara carbon cube 25 libras – carretilha curado 201.
-2-vara lumis spirior 25 libras – carretilha lubina gto Black window

 

Gilmar
-1-vara intergreen 20 libras – carretilha curado 200
-2-vara custon 25 libras – carretilha quantum exo

 

      Depois de montar todas as tralhas, descemos para o restaurante onde tomamos um ótimo café da manhã!

Nem tomamos o café direito, a adrenalina e a ansiedade já tomava conta da gente, não queríamos perder tempo, chamamos o nosso piloteiro e jogamos as tralhas pra dentro do barco e navegamos até o 1° ponto de pesca.

 

Navegamos por vinte minutinhos e já estávamos na boca do rio Jatapu e como o nosso barco hotel estava subindo rio acima não podíamos perder tempo. Começamos os primeiros pinchos em ressacas, nas bocas e nas galhadas que estavam dentro do rio, parecia que o peixe ainda estava dormindo. Só depois de 1h30min de pincho surgiu o primeiro tucunaré paca na isca do meu parceiro Gilmar, pequeno mais valente !

 

       E como o peixe estava difícil de subir e atacar nossas iscas de superfície, troquei minha isca por um jig extreme e foram apenas alguns pinchos para eu capturar o meu primeiro peixe. Ainda pescamos por mais uma horinha na boca do Jatapu, mas não tivemos nenhuma ação. O jeito foi subir o rio e acompanhar o nosso barco hotel !

 

      Almoçamos e descansamos até as 15h:00min e nosso barco hotel continuou subindo até as 16h:00min horas. Saimos no período da tarde mas não tivemos muitas ações, foram apenas 2 peixes bem pequenos que nem cabiam na foto.

 

      Já no 2° dia o plano era outro. Estávamos na boca do rio abacate, o nosso piloteiro Zé sugeriu que a gente subisse o rio por uma 1:30h e que também teríamos que almoçar no rio. A resposta foi imediata minha e do parceiro : “-DEMORÔ” Pedimos para a cozinheira separar a farinha, tomate, shoyu e sal, e seguimos viagem até a cabeceira do rio abacate.

 

    Logo na subida toda a vegetação envolvendo o rio. De repente o rio fica estreito dificultando a sua subida até a cabeceira. Chegamos em nosso objetivo de subida, o nosso piloteiro Zé nem desligou o motor er já estávamos  com as iscas dentro d’água. Não bastou os primeiros pinchos para eu levantar o meu primeiro paca do rio abacate e o segundo capturado no Extreme Jig E foram várias explosões nas iscas de superfície, em cada curva e galhadas as porradas eram muito fortes. segue abaixo fotos de peixes diferentes entre 3 e 5 kilos e dubles também.

 

    Depois de vários pacas, o nosso guia Zé falou pra nós arremessarmos não só nas galhadas e sim ao meio do rio também. Não se desfazendo do conselho do nosso guia, troquei a isca zig zara do Nelson Nakamura por uma isca muito conhecida chamada trairão (cor osso). Foram várias tentativas ao meio do rio e nada dos tucunas darem a cara para serem fisgados. Continuamos a descida observando que o rio , em uma curva a frente ficava muito estreito e aproveitando mais uma vez a opinião do nosso guia senti que naquele estreitamento do rio se eu jogasse uns dez metros a frente e trabalha-se a isca de acordo poderia ter algum bocudo escondido e esperando a sua presa passar. Não deu outra, o arremesso foi perfeito e não tive tempo de trabalhar a isca. Tomei uma porrada só, foi certeira e o pulo foi logo na sequência. Foi uma briga limpa, ele correu pro meio do lago e embarcamos o bicho sem problemas !!

 

      Pausa para o almoço e o nosso guia avistou de longe uma cobra enrolada no galho da árvore! Que imagem bonita, mas temos que tomar muito cuidado, uma picada e acabou a pescaria. Depois do almoço já se passava das 15:00 horas, tivemos muitas ações e segue abaixo mais uns peixinhos. E pra fechar o dia, um belo pôr-do-sol na boca do rio abacate.


Terceiro  dia de pescaria.

 

    Como todo brasileiro e pescador esportivo nunca está contente com o resultado, o negócio é jogar a isca na água que os bocudos vão atacar.  Neste dia de pescaria, aproveitamos para conhecer alguns lagos e ressacas abaixo do rio Abacate, onde tivemos poucas ações de peixes.

 

    Os lagos estavam muito secos, e os peixes se misturavam a lama e não atacavam as iscas. Já no quarto dia de pescaria acordamos cedo novamente e não pensamos duas vezes e falamos juntos para o nosso guia Zé: -BORA PARA O RIO ABACATE!Tomamos café, subimos no barco e fomos direto para o mesmo ponto de pesca onde fisgamos os belos exemplares. O dia prometia sair muitos peixes, meu parceiro  Gilmar logo no terceiro arremesso já engatou o seu primeiro bocudo do dia com a isca “sara sara” na cor osso do Nelson Nakamura.

 

     E foi assim o dia inteiro de pesca, com muitos exemplares de 3 a 6 kilos até o final da tarde. E ao entardecer já estávamos satisfeitos de pescar os bocudos. Confesso que nunca senti tanta emoção em um rio estreito e com tanto peixe como o rio abacate. Outra coisa que surpreendeu é a força que os peixes tem devido a correnteza muito forte deste rio.

 

5° e último dia de pescaria !

 

      Já estava sem braços para pinchar mais um dia e nosso flutuante já estava em retorno a cidade de Itacoatiara. Resolvemos neste último dia pescar as Pirararas, apoitamos o barco e com uma tralha um pouco mais pesada engatamos alguns exemplares pra fechar a nossa pescaria com muito alegria. Pirarara, Pirararas!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Agradecemos a todos pela ótima pescaria,

 

Abraços!

Gilberto Chudi Júnior

AGRADECIMENTOS

Barco Amazon Prince

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