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Hotel Fazenda Apingorá – Esquentou o tempo e os grandes peixes apareceram

03/03/2019

Local: Hotel Fazenda Apingorá  –  São Lourenço da Serra – SP
Data: 12 e 13 de setembro de 2009

 

Olá amigos

 

Nossa equipe ficou hospedada novamente no Hotel Fazenda Apingorá, na cidade de São Lourenço da Serra a 50km de SP. Chegamos no Hotel no sábado pela manhã, arrumamos as coisas no chalé e já fomos para o Lago Esportivo abaixo do restaurante, o lago da plaforma.

 

Começamos com equipamentos de fundo e de superfície com mini-bóias cevadeiras da Barão, chicotes de linha 0,30mm, anzol chinú n.6 e como isca a ração na pinga.

 

Mas a surpresa veio no equipamento de fundo, com pão. Isque 1/3 de um pão francês e arremessei no meio do lago. A vara envergou rapidamente e o bicho brigou muito.

 

Depois disso continuamos com a pesca de superfície com as bóias cevadeiras e fisgamos dezenas de tilápias. Decidimos então ir ao lago grande(principal) e depois de alguns arremessos os peixes começaram a subir nas cevadeiras, agora com a cevadeira grande da Barão. A isca da vez foi a ração na pinga a 10cm de profundidade.

 


Na sequencia montei uma única vara para a pesca das carpas cabeçudas. Fiz o nó de correr e variei a profundidade entre 40 e 80cm. Como isca não poderia ser diferente, a Massa Paturi de Banana com mel. O detalhe é que fiz um pacote e meio e fisguei 5 exemplares.

 

Eu, com apenas uma vara para carpas estava tendo ótimos resultados, imagine se estivesse preparado para a pesca somente das carpas com vários outros equipamentos, como faz nosso amigo Léo Paturi.

 

Agora com a cevadeira das bóias barão, com chicote de 1,5mts de linha 0,45mm, bóinha e anzol chinú n. 8, um grande pacu atacou a ração na pinga a 30cm de profundidade. As tilapinhas estavam comento toda a ceva na superfície, então deixei a ração na pinga um pouco mais para baixo e foi fatal.

 

Fiquei impressionado com a beleza desse exemplar, boca, rabo e nadadeiras em perfeitas condições, muito bonito.

 

Depois do ótimo jantar servido pelo hotel, resolvi brincar mais um pouco antes de descansar. Montei uma vara de fundo com tilapinha viva e outra de carpa. Não demorou muito e a vara que estava com a tilapinha envergou muito rápido e uma puxada violente levou mais de 20 mts de linha, foi o tempo de pegar a vara e começar a briga que estava bem pesada, quando a linha afrouxou e o anzol veio inteiro, ou seja, o peixe conseguiu escapar, creio ser um dos grandes pintados que habitam o lago.

 

Logo depois a bóia de cabeçuda começou a dançar e afundou, uma briga um pouco mais pesada do que as outras carpas fisgadas durante o dia. Ao chegar na margem deu para ver que era um exemplar com aproximadamente 8kg, mas acabou escapando momentos antes de entrar no passaguá.

 

Peguei os restos de massa que ainda tinha no balde e fiz a última coxinha com a massa de banana e arremessei. Menos de 5 minutos depois a bóia a funda e outra carpinha vai para a foto.

 

Na manhã seguinte, depois de um belo café da manhã, seguimos para o lagão onde pescaríamos na parte da manhã.

 

Começamos então a pesca com bóia cevadeira. Engatamos dois redondos, mas os dois correram para a margem esquerda do lago e foram para o enrosco, parece que eles sabem certinho onde ir para estourar a linha.

 

Depois as carpas começaram a subir, estavam manhosas e o vento espalhava muito a ração, mas mesmo assim um exemplar foi para a foto.

 

Em outro equipamento montei com um anzol 4/0 e como isca uma tilapinha viva, bem próximo a margem, uma vez que várias explosões nas margens dos ataques das traíras e pintados nos animou.

 

Não demorou muito e uma sequencia de  ataques em cima da tilapinha fez a linha esticar e a fricção cantar, uma belo traírão não resistiu a isca na superfície.

 

 

O Sr. Adimir com a cevadeira e ração na pinga a uns 30cm de profundidade, engatou outro belo pacu que rendeu uma ótima briga. O negócio aqui é ter paciência com as tilapinhas e insistir até o redondo aparecer.

 

Ao andar pelas margens ví muitas, mas muitas traíras e traírões, alguns exemplares com mais de 5kg tranquilamente, e eles ficam bem perto do barranco entre as pedras. Decidi então montar um equipamento leve, Vara Stella de 1,20mts com micro molinete e linha 0,28mm, como isca um pequeno spinner.

 

Comecei a rodar o lago e sempre que avistava alguma traíra, conseguia chegar bem perto e ficava com a isca bem na frente do peixe com movimentos bruscos e lentos ao mesmo tempo. O bicho parecia não se importar. As vezes a isca até batia na sua boca e ela nem dava bola, mas depois da 3. ou 4. vez, a bocada era certeira, a fisgada era imediata e a briga com o equipamento leve era sensacional.

 

E novamente o Sr. Adimir engatou outro redondo dessa vez com a ração na pinga a 50cm de profundidade. Só foi o tempo esquentar um pouco para os redondos começarem a aparecer aqui na Fazenda Apingorá. Esse próximo verão promete.

 

Eu continuei em busca dos traírões e o spinner foi fatal mais uma vez. Normalmente eu encontrava as traíras em duplas, casais talvez, e assim era mais fácil de fisgar, pois o ataque era mais rápido.

 

No final da tarde eu parti em busca dos redondos e não teve jeito, a isca da vez era mesmo a ração na pinga. Eu estava com 2 rações no chinú n. 8 a 40cm de profundidade e arremessando fora da ceva, onde estavam as tilápias.

 

E para aproveitar o finalzinho do dia, brinquei uns 10 minutos com o Fly no lago de trutas.  Em dez minutos fisguei mais de 15 exemplares. Diversão garantida com as trutas

 

Nosso amigo e leitor Kappu também estava no Apingorá e nos enviou fotos de dois peixes que ele fisgou no lagão.

 

 

 

 

Gostaria de agradecer a Ariane, Marcio e o Sr. Mario pelo convite e oportunidade.

 

Fotos por Marcio, Daniela e Adimir
Texto por Marcio David

 

Abraços

 

Marcio David

 

AGRADECIMENTOS

 

Fazenda Apingorá

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